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   Acervo Demente

Setembro sensacional

Angel Guts: Red Porno (Tenshi No Harawata: Akai Inga, 1981 – Dir.: Toshiharu Ikeda)

Beyond the Valley of the Ultra Vixens (1979 – Dir.: Russ Meyer)

Comando Assassino (Monkey Shines, 1988 – Dir.: George Romero)

Dark Star (1974 – Dir.: John Carpenter)

Eaten Alive (1977 – Dir.: Tobe Hooper)

Fall Guy (Kamata Koshin Kyoku, 1982 – Dir.: Kinji Fukasaku)

Grite, Grite Outra Vez (Scream and Scream Again, 1970 – Dir.: Gordon Hessler)

Guinea Pig: Mermaid in a Manhole (Ginipiggu 5: Manhoru No Naka No Ningyo, 1988 – Dir.: Hieshi Hino)

Heavy Metal do Horror (Trick or Treat, 1986 – Dir.: Charles Martin Smith)

A Ilha do Monstro (It’s Alive 3, 1987 – Dir.: Larry Cohen)

Like You Know It All (Jal Aljido Mothamyeonseo, 2009 – Dir.: Sang-soo Hong)

O Mistério do Cesto (Basket Case, 1981 – Dir.: Frank Henenlotter)

O Monstro do Armário (Monster in the Closet, 1986 – Dir.: Bob Dahlin)

A Noite dos Arrepios (Night of the Creeps, 1986 – Dir.: Fred Dekker)

Noite Maldita (Black Demons, 1991 – Dir.: Umberto Lenzi)

A Noiva do Re-Animator (The Bride of Re-Animator, 1990 – Dir.: Brian Yuzna)

Palhaços Assassinos (Killer Klowns From Outer Space, 1988 – Dir.: Stephen Chiodo)

Poderes Eróticos (Yoju Toshi, 1987 – Dir.: Yoshiaki Kawajiri)

O Portal (The Gate, 1987 – Dir.: Tibor Takacs)

Quem Matou Rosemary? (The Prowler, 1981 – Dir.: Joseph Zito)

A Estação da Bruxa (Season of the Witch, 1972 – Dir.: George Romero)

The Seventh Curse (Yuan Zhen-Xia Yu Wei Si-Li, 1986 – Dir.: Ngai Kai Lam)

Up! (1976 – Dir.: Russ Meyer)

As Vinhas da Morte (Lês Raisins de La Mort, 1978 – Dir.: Jean Rollin)

Vozes do Além (From Beyond The Grave, 1975 – Dir.: Kevin Connor)

Yakuza Papers (Dir.: Kinji Fukasaku)
Battles Without Honor or Humanity (Jingi Naki Tataki, 1973)
Deadly Fight in Hiroshima (Hiroshima Shito Hen, 1973)
Proxy War (Dairi Senso, 1973)
Police Tactics (Chojo Sakusen, 1974)
Final Episode (Kanketsu Hen, 1974)

Yokai Monsters - Spook Warfare (Yokai Daisenso, 1968 – Dir.: Yoshiyuki Kuroda)

Zombi Holocaust (1980 – Dir.: Marino Girolami)

Com agradecimentos especiais ao Leo!



Escrito por Tauffenbach às 18h01
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E o filme do mês é...

The Seventh Curse (Dir.: Ngai Kai Lam)

Do mesmo diretor do já clássico “A História de Ricky”, surge esta salada demente que dá novo sentido à palavra absurdo. Imagine uma mistura de “Indiana Jones no Templo da Perdição” com “A História de Ricky” (claro). Basicamente temos um policial em uma expedição na Tailândia (?) que acaba salvando uma nativa de um sacrifício ao ancestral da aldeia, um esqueleto que retorna à vida de tempos em tempos só para bater um rango de carne humana. O sacerdote da tribo fica revoltado com tamanha ousadia que resolve amaldiçoar o cara. Depois de dois anos, sete chagas apareceriam em seu corpo, e com a sétima ele morreria. Para escapar da maldição, ele tem que retornar à selva e ingerir uma jóia que se oculta nos olhos de uma estátua de Buda. Claro que não será fácil, pois o tal sacerdote – uma criatura que parece saída de uma banda de metal farofa dos anos 80, com direito a pintura facial, cabelos compridos e uma vozinha ridiculamente fina que não impõe o menor respeito – fará de tudo para impedi-lo, inclusive enviar um pequeno demônio que ele guarda na cueca (brincadeira, ele não guarda na cueca... mas parece!), feito com o sangue de crianças esmagadas em um juicer primitivo. E como se não bastasse temos Chow Yun Fat fazendo o papel de um experiente professor que só aparece para salvar o dia.

Quem assistiu “Ricky” nunca mais esqueceu. A combinação única de ação, gore e comédia elevou o gênero das artes marciais a outro patamar. Aqui, mesmo tratando de um trabalho anterior, não fica devendo em nada a seu famoso sucessor. As cenas de ação são até superiores as de "Ricky" (até porque o roteiro de "Ricky" não permitia tantas explosões e figurantes como neste filme). Corra atrás desta pérola imediatamente e chame os amigos para uma hora e meia de mais puro delírio.

PS.: Na ficha do IMDb o filme apresenta duas durações diferentes: 78 minutos e 81 minutos, sendo esta creditada ao seu lançamento no Brasil! Algum colega sabe informar se, de fato, esta obra de arte já chegou a colocar os pés em terras tupiniquins? Enquanto procuram a resposta, deleitem-se com o trailer:



Escrito por Tauffenbach às 17h17
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   Top Tops

O horror vem do espaço

Top Tops intergaláctico! Da mesma forma que “Jornada nas Estrelas” e “Star Wars” popularizaram a ficção científica, permitindo que outros filmes excelentes pudessem ser realizados, eles também foram culpados pela proliferação de tranqueiras astronômicas. Afinal, se a fórmula de maquetes e maquiagem sobre fundo negro com estrelinhas rendeu milhões a George Lucas, por que não daria certo com outros diretores? Bem... para alguns deu certo. Já outros... Mas no final, o que importa mesmo é que nós, o público, saímos lucrando com algumas das obras mais divertidas e insanas dos anais da ficção científica. E do meu diário estelar saquei cinco gemas que não devem faltar na coleção de nenhum cinéfilo demente:

Dark Star (1974 – Dir.: John Carpenter)
Primeiro longa de Carpenter, com a contribuição de Dan O’Bannon no roteiro. A hstória é muito simples: quatro caminhoneiros espaciais vagam pelo universo abrindo caminho e explorando mundos possíveis à colonização espacial. Tudo o que você viu em “Alien” foi germinado aqui. O computador, o clima claustrofóbico da nave e até o monstro! Claro que não é o fantástico monstro criado por Giger, mas uma ridícula bola de praia inflável com algumas manchas aerografadas por cima. E os olhos mais atentos também enxergarão alguns esboços estruturais que serviriam muito bem para Carpenter em alguns de seus filmes seguintes, como “Assalto ao 13º DP” e “Enigma de Outro Mundo”.



Mercenários das Galáxias (1980 – Dir.: Jimmy T. Murakami)
Clássico absoluto com o selo Roger Corman de qualidade. Ao contrário de seus equivalentes, “Mercenários” não trata de uma cópia de “Star Wars”, mas de “Sete Homens e um Destino”. Troque os bandoleiros por uma raça alienígena malvada, o pueblo pelo planeta Akir (sim, de Akira Kurosawa) e os sete homens em questão por heróis das mais diversas raças alienígenas para desfilar o talento da equipe de maquiagem. Não se esqueça de adicionar John Saxon e pronto. Temos um vencedor!



Laserblast (1978 – Dir.: Michael Rae)
Este não se passa no espaço, mas tem uma conexão obsessiva e estranhíssima com Star Wars. No filme, uma treta entre alienígenas de stop-motion e outro com uma maquiagem péssima deixa um canhão laser mortal largado no deserto. Um adolescente caipira, ridicularizado pela cidade inteira, acaba encontrando a tal arma e, possuído pela estranha força de um colar, acaba detonando todo mundo que um dia tirou uma com a cara dele. E não é que o tal caipira é a cara do Mark Hamill? Fora isso, o diretor não perde a oportunidade de fazer uma piadinha maldosa no meio do filme e mostrar o adolescente possuído explodindo gratuitamente um outdoor com a propaganda de Star Wars. Meu palpite: o cara chamou Mark Hamill para fazer o filme, que deu risada e bateu o telefone na cara dele. Ofendido, mas não derrotado, o diretor quis dar uma lição poética ao pobre Skywalker. Hoje em dia o filme está entre os 100 piores do IMDb.



Galáxia do Terror (1981 – Dir.: Bruce D. Clark)
“Galáxia do Terror” já foi apresentado neste blog como um filme ruim. Mas uma discussão com o nobre colega Leandro Caraça e algumas revisões do filme me fizeram reconhecer que ele realmente tem seu valor. Apesar dos defeitos, “Galáxia do Terror” consegue sustentar o clima de suspense e de ficção dos anos 80. Hoje em dia, retiro tudo o que disse que pudesse manchar a reputação do filme. É diversão garantida!



The Man Who Saves The World (1982 – Dir.: Çetin Inanç)
É Star Wars, mas é na Turquia! Imagine se o filme fosse quase todo passado em Tatooine. Pois é isso que essa insana versão turca propôs (intencionalmente ou não). Afinal, deserto é o que não falta para os lados de lá do globo, além de ser grátis! Algumas cenas são diretamente tiradas de “Star Wars”, com direito a Tie Fighters, X-Wings e alienígenas da cantina. Não é só uma ficção vagabunda. É uma verdadeira obra de arte. Aliás, parece que o diretor pegou gosto pelos rip-offs, porque ele dirigiu depois uma versão de “Tubarão” e o clássico “Korkuzus”, uma versão inacreditável de “Rambo”. Artigo de luxo para cinéfilos de fino trato. E se não acredita que alguém possa ter ido tão longe, confira o clip abaixo:



Escrito por Tauffenbach às 19h43
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